Aprenda a diferenciar-se dos grandes

Postado junho 15th, 2010 por Idea SA
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

Ter uma pequena loja de e-commerce não é fácil. Além das dificuldades de construir uma marca e dar o passo inicial, é preciso também ganhar o consumidor. Além disso, essas pequenas empresas precisam competir com gigantes do varejo online que detêm a grande parcela das vendas no setor.

As pequenas lojas trabalham com um orçamento muito menor do que as grandes, por isso, não podem arriscar muito para não gerar prejuízos. É preciso encontrar alternativas vantajosas que possam possibilitar o sucesso.

No entanto, um menor investimento não significa menos lucro, tudo depende da forma que ele será empregado. Existem vários exemplos de pequenas lojas que começaram com baixos investimentos, mas com boas de ideias se tornaram grandes nomes do varejo online.

É necessário aproveitar as oportunidades, se aproximar do cliente com um tratamento diferenciado e mais adequado para cada perfil.  Além disso, aconselha-se a usar muito a criatividade para se distinguir das grandes marcas e oferecer o que elas ainda não oferecem. Já mostramos aqui que pouquíssimas das grandes empresas de e-commerce possuem um blog. Esta ferramenta, além de ser um grande diferencial, é uma ótima oportunidade de se aproximar do público.

Leia esta matéria na íntegra e descubra outras alternativas para se diferenciar das gigantes do e-commerce e obter sucesso.

Fonte: Administradores

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Falta de regulamentação impede crescimento do e-commerce

Postado junho 11th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

O e-commerce brasileiro apresentou grande crescimento nos últimos anos, graças à difusão da internet, a maior facilidade no acesso a computadores, entre outros fatores. Porém, segundo avalição de Laura Fragomeni, diretora jurídica do Mercado Livre, a falta de regulamentação no comércio virtual impede que o setor cresça ainda mais.

Segundo Fragomeni, o número de usuários da internet no passado apresentou crescimento de 17% em relação a 2008. A expectativa é de que, em 2010, 51,1 milhões de brasileiros tenham acesso à rede. No caso do comércio pela internet, houve um aumento de 44% em 2009 ante 2008, um númerobastante significativo. A perspectiva é de negócios no montante de US$ 5,8 bilhões em 2010. Para a diretora, “um mercado tão exacerbado, mas que não tem regras claras sobre como cada um tem como atuar, dificulta mais o crescimento do setor.”

A especialista salientou que novas marcas querem se inserir no varejo online, mas ficam reticentes por não conhecerem bem o funcionamento do setor. Aliado a este fato, estão os escritórios de advocacia que não são capazes de fornecer uma resposta clara, tornando arriscada e nebulosa a entrada de novas empresas interessadas.

Para a maioria dos atuantes no setor, a proposta de criação de um marco civil brasileiro é imprescindível, afinal, as empresas se sentiriam mais seguras para investir e os consumidores teriam o apoio da lei para comprar com tranquilidade.

Fragomeni usa como exemplo de insegurança jurídica, um fato recente que atingiu o Mercado Livre – atuante no e-commerce. Segundo ela, um consumidor fez um anúncio de venda de um relógio de determinada marca. Posteriormente, a detentora da marca pediu à empresa de internet para retirar o anúncio do ar, alegando que o produto era falsificado. “Tiramos após a denúncia, mas fomos surpreendidos posteriormente por um processo do usuário”, relatou. Isso porque, segundo a diretora, foi verificado que a procedência do produto do usuário era de fato original. “Como este exemplo, existem milhares de outros e de outras empresas, que sofrem com isso no dia-a-dia”, lamentou.

A solução necessária é uma padronização na regulamentação do varejo online, tornando todo o setor mais transparente, tanto para as empresas, quanto para os consumidores.

Fonte: Pequenas empresas & Grandes negócios

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Classe C: um amplo mercado para o E-commerce

Postado junho 8th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

O Brasil vive um momento de ascensão de um novo grupo, que possui poder de compra e vontade de comprar. Denominada como Classe C, esta parcela da população, que cresce cada vez mais, desempenhou um papel fundamental ao manter o ritmo do comércio tradicional,ajudando o Brasil a sofrer menores impactos durante a crise econômica mundial.

Com a expansão da banda larga e a crescente facilidade de adquirir um computador próprio, a Classe C se mostra como um novo nicho para o e-commerce, com muito potencial de crescimento.

“A venda de computadores com preços cada vez mais populares e o acesso mais difundido à internet estão aumentando o contato da classe C com o mundo virtual”, afirma Carlos Costa, especialista em comunicação para a web. Mas não basta ter acesso, é preciso que as lojas virtuais usem uma comunicação nítida, ganhem credibilidade na relação com o cliente, ofereçam bons preços e – importante – facilitem o pagamento. Assim, as vendas pela web têm grandes chances de crescer entre esse público que quer se inteirar nas novidades e tem todo o direito de ter conforto e comodidade na hora de comprar, algo que antes era exclusivo das classes mais altas.

O maior desafio para o comércio virtual na conquista desse novo mercado será convencer os que têm menos experiência na rede de que comprar no mundo virtual é seguro. “Isso é algo com que lidamos desde o começo da internet. Com o passar dos anos, as pessoas vão se tornando mais confiantes”, afirma Costa, apostando numa evolução natural da credibilidade dos usuários.

Comprar na internet exige confiança para qualquer usuário, mas para estes novos compradores, que enxergam a internet com certa desconfiança, é ainda mais importante uma garantia da qualidade do que se vende e, mesmo, do recebimento do que será comprado. Por isso, é preciso ter credibilidade. Afinal, em uma próxima aquisição, o consumidor vai dar preferência ao site onde já fez uma compra que deu certo.

Enfim, a Classe C tem como comprar e está disposta a isso, e o e-commerce oferece vantagens únicas, que favorecem e muito a vida do consumidor. Então basta investir na segurança e na credibilidade da sua marca  e será uma questão de tempo para este novo nicho virar uma fiel clientela.

Fonte: Administradores.com.br

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“Blogar” a sua loja virtual é fundamental

Postado junho 4th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias


A maior parte das grandes marcas – e das pequenas também – seguiu a forte tendência causada pela popularização da internet, que foi a criação de lojas virtuais, fazendo crescer o que hoje chamamos de e-commerce. Porém, muitas dessas marcas se contentaram apenas em oferecer seu produto em uma página e pararam por aí.

Seguindo a nova tendência do Comércio Virtual, o  S-commerce (leia sobre e saiba o que é o s-commerce no post anterior ), algumas marcas foram além e criaram páginas em redes sociais, e como não poderia deixar de ser, em blogs.

Os blogs são muito populares em suas diversas plataformas (wordpress, blogger, blogspot, entre outros) e, sem dúvida, são grandes formadores de opinião nessa sociedade 2.0. Porém, apesar da evidência clara de que é uma boa manobra entrar no mundo dos blogs, pouquíssimas marcas estão presentes e aderem a essa ferramenta.

Acredite se quiser, mas apenas cinco das 20 maiores lojas de e-commerce possuem blogs, um número certamente abaixo do esperado considerando a eficácia da ferramenta.

Se você ainda não se convenceu da eficácia dos blogs, irei mais a fundo. Por que uma loja virtual deveria ter um blog?

O blog é uma mídia super interativa, onde o lojista tem a possibilidade de receber comentários autênticos e imediatos sobre os produtos que vende. Além disso, ele é uma forma de estimular o cliente a permanecer dentro do espaço virtual com questões que não são necessariamente comerciais. Sua marca também estará mais exposta, afinal, todos os posts do blog são indexados pelo Google e aparecem no resultado orgânico aumentando as possibilidades de uma loja virtual aparecer no site de buscas.

Além desses fatores determinantes, os blogs são a ferramenta ideal para o lojista prover as informações que faltam na web para ajudar o cliente a decidir pelo produto correto. Essa proximidade ofereceria ao consumidor um maior contato com a loja, o que certamente afetará a confiança dele acerca da sua marca e do produto que você oferece.

Mas preferi deixar por último o que acredito ser uma das razões mais fortes para você lojista aderir aos blogs: como comecei explicitando no início deste post, apenas cinco das 20 maiores lojas possuem blogs. Sendo sua marca grande ou pequena, essa é uma grande oportunidade de oferecer o que as gigantes do e-commerce não oferecem, ou seja, este será o seu diferencial, sua inovação.

Para conhecer a lista das 20 maiores lojas de e-commerce e saber quais possuem ou não blog, leia esta matéria na íntegra.

Fonte: Blog Ikea

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Desvende o S-Commerce

Postado junho 1st, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

Para quem trabalha ou utiliza o e-commerce, fica subentendido a importância de se conhecer as redes sociais e saber como elas funcionam, mas para quem não conhece, com a ajuda da Wikipédia é fácil achar uma definição:

“A rede é responsável pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes.”

Porém, não basta conhecer e saber o que são as redes sociais, é preciso usufruir da maneira mais sábia tudo que elas podem oferecer para a sua empresa e para o consumidor, afinal, as decisões de compra em tempos de internet são influenciadas não só pelas redes primárias das pessoas (família, amigos, formadores de opinião), mas também pelos blogs, sites de comunidade (redes sociais) páginas pessoais e afins.

Mas é preciso planejar antes de expor sua marca nas redes sociais. As empresas devem desenvolver junto às agências especializadas um planejamento estratégico e definir o foco de sua participação nesse ambiente. Existem diversas oportunidades de negócio na web e muitas maneiras de interagir com o usuário, basta analisar a melhor forma.

Para esclarecer melhor o conceito de Comércio Social, ou S-Commerce,  não é preciso muito mistério: é a união de ferramentas de loja virtual (vendas de produtos online) com ferramentas de interação vindas da chamada web 2.0 (blogs, fóruns, Twitter, Orkut, Facebook etc.). Já existem brasileiros aplicando esse conceito, que é um ótimo modelo de negócio, tanto para as empresas quanto para os clientes. Talvez, o exemplo mais popular da web seja o Camiseteria. O conteúdo é fornecido, escolhido e comprado pelos usuários participantes da comunidade, promoções são feitas através do Twitter e o consumidor pode até enviar as estampas de camisas que achar mais interessantes.

Outro ponto importante e que estima ainda mais o comércio social é que os usuários tornam-se mais seguros para realizar a compra. Muitas pessoas desejam algum contato humano - que já foi apontado como grande carência dos consumidores – antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter uma forma de interação neste sentido é fundamental para aumentar as vendas e oferecer conforto e segurança para o e-consumidor, que, com certeza, estimirá ainda mais a sua marca se estiver seguro em relação a negociação.

Leia a matéria na íntegra e saiba mais sobre esse campo que demonstra fortíssimo potencial e indica que veio pra ficar.

Fonte: PromoveriMasters.

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Dia dos Namorados aquece as vendas no e-commerce

Postado maio 28th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

É esperado que no Dia dos Namorados de 2010 o e-commerce apresente um crescimento de vendas de até 18% se comparado com a mesma data no ano passado. Além da economia estar mais estável, diferente do que ocorreu em 2009, muitos trabalhadores receberão o PLR (Participação nos Lucros e Resultados) até junho, movimentando assim R$ 270 milhões. Com essa primeira parcela da PLR nas mãos do consumidor, a economia apresentará uma grande movimentação.

Para esta data, a aposta de Moura, presidente da Acisbec (Associação Comercial de São Bernardo do Campo), é para com as lojas de confecção, bem como floriculturas e produtos eletrônicos. O Dia dos Namorados é a quarta melhor data em vendas para o varejo, só perdendo para o Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais. “O centro de compras tenta atrair os clientes por meio de promoções e atividades sazonais”, afirma o gerente de marketing do Shopping ABC, Tiago Ciampone.

O Grupo Pão de Açúcar, detentor de grandes redes como Extra, Ponto Frio, Assai, Sendas e Comprebem, prevê um crescimento de 30% nas vendas de celulares e televisões móveis. Além destes itens, o grupo aposta em um incremento de 35% nas vendas de espumantes.

A dica da Ekom Lojas Virtuais é que o lojista fique ligado nessa data e incremente sua vitrine virtual com um visual dedicado ao tema e elabore kits especiais com produtos diversificados, oferecendo opções de presentes e ideias criativas para os internautas que pretendem buscar na internet o presente ideal para o seu par.

Sabendo desse sucesso de vendas que é o Dia dos Namorados, sua marca e seus produtos não podem ficar de fora. Para não perder esta grande chance, comece o quanto antes a preparar sua campanha para os clientes apaixonados e aumente as vendas durante o período.

Fonte:  Ekom Lojas Virtuais

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Parceria entre MasterCard e empresa americana de e-commerce trará inovações ao setor

Postado maio 25th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

A MasterCard, grande empresa norte-americana do setor de pagamentos, anunciou recentemente uma aliança exclusiva e de peso que trará fortes inovações e avanços ao comércio eletrônico.

A parceria com a Next Jump Inc., uma empresa de e-commerce de última geração, promete revolucionar a experiência de fazer compras online. Elas trabalharão juntas, combinando os conhecimentos nas áreas de tecnologia de pagamentos, marketing digital e comércio eletrônico para inovar as práticas realizadas nestes setores, além de desenvolver a experiência do consumidor.

A aliança com a Next Jump trará o MasterCard MarketPlace™, um programa para portadores de cartões MasterCard registrados, que oferece descontos em centenas de estabelecimentos e benefícios especiais diariamente, através das milhares de redes de estabelecimento nos EUA. Além dos descontos, o cliente deste serviço terá também frete grátis em comércios de diversos setores, como vestuário, joias, eletroeletrônicos e roupas infantis.

Os clientes de cartões MasterCard podem visitar o programa no site do MasterCard Market Place, traçar suas preferências, visualizar as ofertas e se registrar sem custo algum.

A empresa de pagamentos terá acesso a toda rede de comércio eletrônico da Next Jump e a engenheiros de tecnologia digital. Tais benefícios irão incentivar a inovação e acelerar a implementação de soluções relevantes para o comércio eletrônico, que atendam as necessidades dos consumidores.

“Com a nova aliança com a Next Jump, a MasterCard pode abrir novos segmentos no meio on-line, que é um ambiente pronto para inovações, com uma experiência fácil, segura e exclusiva para os clientes da MasterCard de qualquer lugar do mundo, a partir de um dispositivo com acesso à Internet,” disse Josh Peirez, executivo do Grupo para Plataformas Inovadoras, da MasterCard WorldWide. “Dando continuidade ao aspecto de inovação, que tem norteado os assuntos da empresa, a parceria foi baseada numa análise profunda do cenário, após uma busca das áreas de oportunidade e identificação das principais tecnologias que melhor ajudam a atender as necessidades dinâmicas dos nossos clientes e dos usuários de cartões”, completa.

Para saber mais sobre esta aliança, leia na íntegra uma matéria sobre o assunto.

Fonte: Pingado

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Negócio Virtual X Comércio Eletrônico: saiba a diferença

Postado maio 21st, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias

O crescimento do comércio eletrônico é evidente e por isso tem convencido muitos fabricantes e empreendedores de que entrar no mundo eletrônico é uma estratégia eficiente de venda, que une praticidade e proximidade com o consumidor. Além disso, o fato de ter seu produto exposto 24 horas por dia, 365 dias no ano, mostra que a internet é um ótimo ambiente para expandir os negócios, e isso seduz o investidor.

Segundo dados da e-Bit, empresa especializada em informações de e-commerce, o faturamento das vendas online em 2009 foi de R$ 10,6 bilhões, o que representou um aumento de 30% ante os R$ 8,2 bilhões de 2008.

Embora o otimismo das empresas acerca do potencial de consumo online seja grande, é preciso estratégia parar conseguir o tão desejado aumento de vendas.

Segundo Marcio Blak, diretor da Boutique Virtual Sofisticada e da Varejo e Consultoria, empresa especializada em soluções de TI para o setor varejista e de food service, é muito comum as pessoas confundirem o negócio virtual com um comércio eletrônico. “Não basta apenas montar um site e expor os produtos, acreditando que as vendas serão um sucesso. É necessário entender que uma loja virtual é um negócio e deve ser encarado como tal; com planejamento de gestão online e ações estratégicas de divulgação”, esclarece Blak.

Ele ainda reforça a importância da atuação na parte offline do comércio eletrônico, que é essencial para o sucesso do negócio e não pode ser deixada de lado. “Pensar na logística da entrega do produto em todo o país, bem como nas formas de pagamento online, é básico em um negócio, seja virtual ou loja física. Mas nem sempre é considerada por quem só enxerga a internet como um mero comércio virtual”, ressalta.

Para se inteirar mais sobre estes pormenores importantíssimos para o sucesso de sua empresa no e-commerce, leia na íntegra uma matéria sobre o assunto.

Fonte:  Revista Fator

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A humanização do comércio eletrônico

Postado maio 14th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias, eventos

Hoje em dia fica cada vez mais difícil achar um segmento que ainda não tenha aderido ao comércio virtual. De produtos pessoais a imóveis, tudo já pode ser encontrado em prateleiras online. No entanto, a maior parcela dessas empresas que investiram no e-commerce ainda o veem como um universo secundário, parecendo ignorar ou subestimar o pontecial desta ferramenta.

Essa incredulidade acaba por retardar o desenvolvimento do comércio virtual, que, apesar de já se mostrar como uma grande vertente, ainda tem muito o que crescer e oferecer, como as ainda pouco exploradas transações nas plataformas móveis.

Foi analisando esse fator que o site da revista EXAME conversou com um dos maiores especialistas na área de e-commerce, o empresário norte-americano Jason Billingsley, que já prestou consultoria na área de e-commerce para grandes empresas como Nike, Google, Avis, Sony Ericsson, Virgin e Time Inc., além de ter trabalhado nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver, na criação da loja online do evento.

Para Billingsley, falta às lojas virtuais um “elemento humano”, que ajudaria estas empresas a conquistarem a confiança de seus consumidores. O empresário esteve no Brasil no último dia 6 de maio para falar sobre práticas de gestão de lojas virtuais no E-commerce Summit 2010, o maior evento de comércio virtual da América Latina.

Billingsley concedeu uma entrevista exclusiva ao site da EXAME, onde exalta os principais pontos abordados no evento.

Leia a entrevista na íntegra no site da EXAME.

Fonte: Portal Exame

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Aprendendo com a Amazon

Postado maio 11th, 2010 por eCoopertec
Categorías: Artigos, Desenvolvimento do Comércio Virtual, Leitura recomendada, Lojas Virtuais, Notícias


É impossível negar a influência de empresas tão fortes como, por exemplo, o Google. Essas gigantes geralmente servem de parâmetro para os novos empresários, que buscam se inspirar numa fórmula vencedora que parece ser usada por esses nomes de grande e reconhecido sucesso. Mas vale lembrar que, especialmente para os novos empreendedores, é preciso mais do que seguir fórmulas. É necessário inovar, ter novas ideias, porque, caso contrário, sua empresa será apenas o que as outras já são, nada mais que uma cópia.

Penso que quando essas inovações ou novos métodos vindos dessas empresas fazem sucesso é porque têm algo realmente útil ao cliente, que sem dúvida dará preferência ao melhor serviço, ao local onde é tratado com mais eficiência, rapidez  -afinal, é isso que todos os que trabalham com a internet querem! - e com certeza terá mais satisfação com o serviço oferecido.

Foi por isso que o site Pequeno Guru produziu uma lista que eu achei muito interessante com dez lições que toda empresa deveria aprender com a Amazon que é uma companhia que, sem dúvida, está na lista das mais bem sucedidas do mundo, vendendo mais de 20 milhões de produtos para 160 países,com mais de 50 milhões de clientes e com um faturamento de US$ 14,83 bilhões. Sem contar que somente a marca da Amazon está avaliada em US$ 5.41 bilhões e ocupa o top 15 da lista das mais influentes do. Acho que toda e qualquer dica vinda de uma empresa de tamanho sucesso é digna de ser lida. Confira as principais ideias:

1.    O cliente virtual é mais valioso (e perigoso). Ele se engaja mais e tem mais chances de falar bem ou mal da empresa. A Amazon é um exemplo de atendimento ao cliente. Se você envia um e-mail hoje, é bem provável que receba uma resposta até o final do dia — e sem respostas prontas.

2.    Venda usados. Não é todo mundo que tem dinheiro para (ou quer) comprar novo. No Brasil, nenhuma grande rede trabalha com usados, enquanto lá fora é normal. Deveria ser o contrário. Além de ser uma oportunidade fantástica de se relacionar com o cliente deixando ele usar o seu site, para vender seus próprios produtos.

3.    Recomende coisas relevantes na 1ª página. Ninguém resiste a um produto com a sua cara. É preciso investir em um sistema poderoso de CRM que faça profundas análises e correlações entre o histórico de compra, páginas visitadas e histórico de clientes semelhantes.

4.    Crie coisas novas. Eu preciso falar isso? Sim, eu preciso. Porque as empresas têm a péssima maniar de só copiar a concorrência. A Amazon foi a 1ª a lançar o sistema de opinião de usuários. A primeira a lançar o 1-click-order. A primeira a garantir a entrega em apenas 1 dia. A primeira a dar frete grátis.

5.    Cartão próprio é bom mas… tem que valer realmente à pena. Lembro quando a Americanas lançou seu cartão que não dava nenhum desconto, não demorou muito até ela mudar de ideia. As lojas virtuais já aprenderam isso. O cartão da Saraiva é o mais próximo da Amazon: acumula pontos (inclusive em compras externas), não tem taxa anual e também é da bandeira Visa podendo ser usado em qualquer outro lugar. O Submarino também faz bom uso, inclusive podendo parcelar em mais vezes sem juros. Bola fora para lojas físicas cujo cartão não servem pra nada a não ser fazer volume na carteira.

Para conferir a lista completa, clique aqui.

Fontes: Pequeno GuruCaso de Sucesso

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