
É impossível negar a influência de empresas tão fortes como, por exemplo, o Google. Essas gigantes geralmente servem de parâmetro para os novos empresários, que buscam se inspirar numa fórmula vencedora que parece ser usada por esses nomes de grande e reconhecido sucesso. Mas vale lembrar que, especialmente para os novos empreendedores, é preciso mais do que seguir fórmulas. É necessário inovar, ter novas ideias, porque, caso contrário, sua empresa será apenas o que as outras já são, nada mais que uma cópia.
Penso que quando essas inovações ou novos métodos vindos dessas empresas fazem sucesso é porque têm algo realmente útil ao cliente, que sem dúvida dará preferência ao melhor serviço, ao local onde é tratado com mais eficiência, rapidez -afinal, é isso que todos os que trabalham com a internet querem! - e com certeza terá mais satisfação com o serviço oferecido.
Foi por isso que o site Pequeno Guru produziu uma lista que eu achei muito interessante com dez lições que toda empresa deveria aprender com a Amazon que é uma companhia que, sem dúvida, está na lista das mais bem sucedidas do mundo, vendendo mais de 20 milhões de produtos para 160 países,com mais de 50 milhões de clientes e com um faturamento de US$ 14,83 bilhões. Sem contar que somente a marca da Amazon está avaliada em US$ 5.41 bilhões e ocupa o top 15 da lista das mais influentes do. Acho que toda e qualquer dica vinda de uma empresa de tamanho sucesso é digna de ser lida. Confira as principais ideias:
1. O cliente virtual é mais valioso (e perigoso). Ele se engaja mais e tem mais chances de falar bem ou mal da empresa. A Amazon é um exemplo de atendimento ao cliente. Se você envia um e-mail hoje, é bem provável que receba uma resposta até o final do dia — e sem respostas prontas.
2. Venda usados. Não é todo mundo que tem dinheiro para (ou quer) comprar novo. No Brasil, nenhuma grande rede trabalha com usados, enquanto lá fora é normal. Deveria ser o contrário. Além de ser uma oportunidade fantástica de se relacionar com o cliente deixando ele usar o seu site, para vender seus próprios produtos.
3. Recomende coisas relevantes na 1ª página. Ninguém resiste a um produto com a sua cara. É preciso investir em um sistema poderoso de CRM que faça profundas análises e correlações entre o histórico de compra, páginas visitadas e histórico de clientes semelhantes.
4. Crie coisas novas. Eu preciso falar isso? Sim, eu preciso. Porque as empresas têm a péssima maniar de só copiar a concorrência. A Amazon foi a 1ª a lançar o sistema de opinião de usuários. A primeira a lançar o 1-click-order. A primeira a garantir a entrega em apenas 1 dia. A primeira a dar frete grátis.
5. Cartão próprio é bom mas… tem que valer realmente à pena. Lembro quando a Americanas lançou seu cartão que não dava nenhum desconto, não demorou muito até ela mudar de ideia. As lojas virtuais já aprenderam isso. O cartão da Saraiva é o mais próximo da Amazon: acumula pontos (inclusive em compras externas), não tem taxa anual e também é da bandeira Visa podendo ser usado em qualquer outro lugar. O Submarino também faz bom uso, inclusive podendo parcelar em mais vezes sem juros. Bola fora para lojas físicas cujo cartão não servem pra nada a não ser fazer volume na carteira.
Para conferir a lista completa, clique aqui.
Fontes: Pequeno Guru e Caso de Sucesso